Sony Playstation 3 – um review

Comprei um Playstation 3 para usar no arcade que estou fazendo. Vamos a um pequeno review desse console.

Este é o modelo Super Slim de 250GB fabricado no Brasil, código CECH-4214B 02. Edição especial GTA V.

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Esse modelo é 50% menor que o original, o tijolão lançado lá em 2006. Possivelmente essa será a última reformulação do console já que o Playstation 4 chegou.

Ele vem com apenas um controle DualShock 3 sem fio. Pelo que andei lendo por aí, pode não ser original. Não me pergunte! Eu vi isso aqui.

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Acompanha um cabo A/V, um cabo USB para sincronizar e recarregar o controle, cabo de força e o blu-ray do jogo Grand Theft Auto V com manual e mapa da cidade de Los Santos. A caixa por fora da caixa tem o tema do jogo.

Na parte da frente do console existem duas entradas USB 2.0 e os botões Open e Power. Em cima, a tampa do compartimento de mídia, que é de abertura manual. Na traseira temos a porta de rede (ele tem Wi-Fi também), saída HDMI, saída ótica, saída de vídeo componente e conector do cabo de força. A traseira também é quase toda ocupada pelas aletas de ventilação. O bicho esquenta bastante.

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A interface é bem intuitiva mas um pouco feia. Não tenho parâmetro de comparação com outros consoles mas achei que as transições entre telas e menus é um pouco lenta. A PSN também não escapa, não me agradou.

Baixei os pouquíssimos jogos gratuitos que encontrei na PSN americana mas não consegui jogar nenhum. Depois de horas de download, ao abrir o jogo, mais atualizações sem fim. Aliás isso é algo terrível, querer jogar e ter que esperar baixar alguma coisa que nem se sabe o que é exatamente. O que mais se vê são barras de progresso! A única alegria é o GTA V mesmo. Imagino que com uma conexão de Internet rápida de verdade a coisa seja diferente.

Como cresci acostumado com Atari e não me atualizei com essas modernidades, não tenho lá muita paciência. Vamos relevar isso 😉

Além de games o console oferece possibilidades de mídia como música e filmes de serviços como Netflix e Crackle. Bem legal.

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O cabo de vídeo que veio junto com o console é inútil, a imagem fica horrível e é impossível ler algumas coisas. Mesmo usando um cabo de vídeo componente não melhorou muito. HDMI é essencial, tanto é que os filmes em blu-ray que tentei assistir não abriram por exigirem esse tipo de conexão com a TV.

Bom, é isso. Esse foi mais um review paia by Roberto 😀

Teclado Apple Wireless – um review

Ainda não consegui me acostumar a digitar em telas de tablets. Há algum tempo venho tentando encontrar uma solução em forma de teclado. Como existem infinitos modelos, dos mais variados preços, tipos e tamanhos, fiquei indeciso e somente agora que comprei um iPad me decidi por um. Pois é, um teclado da Apple. :p

Bom, eu já sabia mais ou menos o que eu queria: um teclado sem fio, pequeno e que pudesse ser usado em qualquer dispositivo com bluetooth, mas que fosse confortável e eficiente em primeiro lugar.

E me preocupava muito a durabilidade da bateria. Trauma, porque tive um mouse sem fio que, para ser mantido sempre em uso, exigia um carregador 24h na tomada, com um par de pilhas palito de reserva. Eu precisava gerenciar todo um esquema de logística para não ficar sem mouse no meio da tarde, era um saco.

Um teclado caro

A qualidade dos produtos da Apple é algo que eu conhecia apenas de longe, naquilo que eu lia e via através de análises e reviews, mas mesmo assim fiquei impressionado ao ver isso pessoalmente quando comprei meu iPad. Por isso, pensei que seria interessante ver o que a Apple oferece em termos de teclado sem fio, já imaginando, claro, que seria uma deliciosa facada no olho.

Antes, vejamos. Um teclado genérico, desses que vem de brinde em caixa de cereais, custa em torno de R$ 15,00. Um teclado dos bons, daqueles sem fio e que vem com mouse, em torno de R$ 125,00.

Quanto você pagaria por um teclado bonito, feito em alumínio, com bom desempenho e durabilidade de um mês de bateria? Duzentos e pouco rola?

Um mundo sem tantos fios

Quando comecei a ponderar a compra do Apple Wireless Keyboard me veio a cabeça um antigo sonho: eliminar os fios que cobrem minha pequena escrivaninha. Tive a ideia de usá-lo não só com o iPad quando estiver no trabalho, mas também substituindo o teclado do notebook. Com esse teclado e usando unicamente o monitor extra, poderia deixar o notebook fechado, discretamente no canto. Agora que estou confiante de que o iPad vai suprir minha necessidade móvel com maestria, o notebook não vai precisar passear por aí.

Por enquanto estamos em testes. Vai depender muito da durabilidade das pilhas do teclado. Ele usa um par AA e já vem com duas, alcalinas. É conhecimento comum, pelo que andei lendo por aí, que ele as consome em um mês de uso normal. Se for mais ou menos isso, vai dar certo.

Aparência e solidez

Ele é lindo. Frio e sem alma, asséptico como um instrumento cirúrgico, neutro como a Suíça. É pequeno mesmo, apenas 282mm x 132mm. Seu charme funciona como um campo de força que torna impensável descarregar nele a fúria que a falta de ideias para escrever pode causar.

  

O desenho é extremamente minimalista, como você pode ver pelas fotos. Caixa em alumínio escovado. Teclas quadradas e com textura áspera. Não muito leve e bem sólido, apesar da aparência delicada.

Eficiência no uso

Fingi ser um escritor tendo um ataque de criatividade, escrevendo com vigor. Ficou firme na mesa graças as borrachas na parte de baixo. Ele não é barulhento como a maioria dos teclados. Dependendo do tipo de uso, a ausência do teclado numérico pode ser um problema.

O brasileiro é uma gambiarra

Na verdade esse é um teclado para Macs cheirosos, não para computadores populares rodando Windows Perna de Pau. Ele tem algumas teclas de nomes diferentes e funções próprias dos sistemas operacionais da Apple e que não funcionam no Windows.

 

Para começar, não é nem abrasileirado, ou seja, não tem uma tecla ç e os comandos de acentuação padrão ABNT II. Pra quem nunca teve aqueles primeiros teclados, onde o caminho para acentuação era outro, pode ser um incomodo enorme. Quem já tem alguns anos de janela com teclados de todo tipo, tira de letra (olha! um trocadilho!). Se você faz questão de ter um teclado brasileiro, esse não é feito para você. Aliás, a Apple nem fabrica esse teclado nessa versão. Mais uma prova de que o brasileiro foi um acidente histórico.

Então, ao ser instalado pela primeira vez, o que é bem simples, é preciso configurá-lo para inglês internacional. Se você quiser usar as teclas com comandos especiais do Mac, pode conseguir isso usando esse programinha aqui. Foi um achado, sem ele as coisas ficariam difíceis. Me incomodou a ausência da tecla delete (aquela que apaga do cursor pra direita, dã!). Usando esse programa, que deve rodar no start do Windows, o comando fn + backspace resolve.

Concluindo

Um excelente teclado, mas com limitações que dificultam o uso com Windows. Portátil, charmoso e caro. Entretanto, se for verdadeiramente econômico com as pilhas, penso que vale o preço.

[ATUALIZAÇÃO – As pilhas duraram NOVE MESES!]

Apple iPad 2 – um review

Imagino que reviews e análises sobre o iPad, tanto da primeira quanto da segunda geração, existem aos milhares. Muita gente escreveu sobre ele e o debulhou, muitos com bem mais propriedade que eu, mas acredito que é importante para mim escrever esse review, dando continuidade a minha curta mas produtiva experiência com tablets. Se você leu meus reviews do Coby Kyros 1024 e do STI myPad, talvez se interesse por ler esse.

Dei de presente para mim mesmo um iPad2. Preto, claro, afinal estou em 0,5 na escala de Kinsey e sou macho pra chuchu.

Difícil não dizer isso sem soar tendencioso, mas me sinto numa linha evolutiva bem significativa, que começou num Palm e agora está num iPad. 🙂

Tendo já dois tablets que passaram pela minha mão, o Kyros e o myPad, penso que tenho uma boa noção do que observar no iPad para tentar entender e descrever o que ele tem de especial, suas falhas e vitórias.

Faz tempo que leio sobre a Apple e suas peculiaridades. Conclui que existem vários pontos em que ela claramente se sobressai aos concorrentes, justificando com isso o preço mais elevado dos produtos. Tendo o iPad em mãos confirmei isso, mas o valor que se dá a isso é algo que varia de pessoa para pessoa.

Preocupações iniciais e jailbreak

Antes mesmo de receber o tablet, uma das minhas preocupações foi saber como reproduzir no iPad o meu conteúdo “livre”, visto que ele não funciona como um pendrive, onde você joga arquivos de vídeo e áudio e pronto. Ou melhor, até funciona, mas pra isso é preciso o uso de um acessório e algum trabalho extra.

Felizmente existem alguns caminhos que sanam essa “deficiência”. Um deles é o Dropbox, onde posso jogar qualquer arquivo e depois puxar pelo iPad. Um atalho que dá trabalho mas resolve. Outro caminho é o AirVideo, programa de streaming de vídeo que já foi alvo de um post anterior. Tenho ele instalado e rodando no PC da sala, portanto bastou instalar o cliente no iPad para poder assistir tudo que tenho armazenado lá.

Quando li sobre o que é esse tal jailbreak e toda a polêmica que o envolve, percebi que seria inevitável fazê-lo, visto que sou um fuçador inveterado. Brickar e consertar tablets é comigo mesmo. 😀 Há vantagens que o jailbreak proporciona que me interessam. Foi a primeira coisa que fiz após terminar as configurações iniciais. Segui o guia do TechTudo.

Primeiro contato e impressões

Beleza e qualidade são as duas palavras em que posso resumir a impressão que eu tive ao manusear o iPad pela primeira vez. Ele é bonito, elegante. A parte da frente é simplesmente de vidro enquanto a traseira é de alumínio, isso causa uma boa impressão logo de cara. Ele é firme como se fosse uma peça maciça, sem estalos ou rangidos, como os que eu percebi no myPad e no Kyros, e que provavelmente estão também presentes em tablets de luxo como o Motorola Xoom. Passa uma aura de resistência, mesmo tendo linhas suaves. Esse cara aqui fez um teste hardcore sem querer e o resultado foi surpreendente, assista.

 

Ele não é tão mais leve que outros tablets a ponto de ser algo claramente perceptível, entretanto, por seguir o padrão 4:3 e ser quase quadrado, o iPad tem seu peso melhor equilibrado, exigindo menos esforço nos dedos quando você segura em modo paisagem.

Há vantagens claras nesse conceito que foi tão criticado. Obviamente, assistindo vídeos em fullscreen, você terá barras pretas em cima e em baixo, mas o norte do projeto parece ter sido manter a polivalência, ou seja, ser realmente multiuso. O tablet fica bem nas duas posições, o que não acontece com os outros, geralmente de 10.1 polegadas, que ficam desajeitados quando segurados em modo retrato. Por isso ele se mostrou excelente para leitura.

Juro que imaginei que a borda livre fosse mais larga, e não é, é mais estreita que a do myPad. Apesar de muita gente mesmo assim considerar uma borda exagerada, não é minha opinião. Uma borda larga torna o manuseio mais confortável e seguro.

Os botões de power, volume e trava são estranhamente salientes e ásperos, têm arestas. Talvez haja alguma razão para serem assim, não sei.

 

Ele é fino, principalmente próximo as bordas. Isso causa um efeito ruim: quando você o segura com apenas uma das mãos, tende a segurar mais firme e a mão fica muito fechada e tende a suar, o que causa algum incomodo. E nem sou dos que suam muito nas mãos.

Outro detalhe que torna um pouco complicado segurá-lo com firmeza é a textura da parte traseira, que é toda em alumínio escovado. Diferente do que acontece com o myPad e seu plástico brilhante, a mão não gruda, o que torna a pegada menos firme. Aquela posição de espalmar a mão na traseira toda não oferece firmeza nenhuma. A solução é usar uma capa.

Tela, desempenho e imersão

Voltemos àquelas duas palavras, qualidade e beleza. Elas não se aplicam somente ao exterior. Depois de algumas boas horas de uso ficou óbvio entender por quê o iPad é um sucesso. Não só ele é feito com material de qualidade como todo o sistema emana qualidade. Todos os detalhes parecem ter sido pensados e calculados. Não vi bugs, nenhuma rebarba, nada de truquezinhos irritantes pra obter o resultado esperado. Ele simplesmente funciona, e além de funcionar, funciona bonito.

É por isso que, para competir com ele, é importante que outros fabricantes tenham, no mínimo, preços realmente baixos.

Outra característica, talvez fruto dessas, é ele ter uma grande capacidade de envolver o usuário. Eu passei praticamente três horas apenas colocando em dia meus feeds através do Flipboard, algo que no myPad dificilmente aconteceria.

A tela é excelente, com uma resolução boa e cores muito vivas. A resposta ao toque é rápida, talvez um tiquinho mais que a do myPad, mas ele é muito mais suave, não há solavanco nenhum ao correr a tela. A tela de vidro tem tratamento hidrofóbico, ou seja, repele água. O resultado é que ela não fica toda ensebada. Uma invenção muito bem vinda!

A bateria tem uma grande durabilidade: em 6 horas de navegação (sem vídeo, música ou games) ela caiu apenas de 100% para 50%. O myPad e o Kyros vão de 100% a 30% nesse tempo.

Além de tudo isso, o iPad tem controle de brilho automático, a melhor invenção depois da água encanada.

Tudo isso torna o uso muito suave, de maneira que você fica imerso e não é interrompido por nenhuma necessidade de ajustes finos.

Eis aí outra palavra para a lista: qualidade, beleza, suavidade.

O myPad vem com processador nVidia Tegra 2, o mesmo do Motorola Xoom, que é considerado (ainda? Já tem o 2, não sei) o tablet mais poderoso a competir com o iPad. Porém, só consegui ver esse desempenho inerente ao processador quando troquei o Android que veio de fábrica no myPad pela versão customizada Corvus5. Alguns jogos pesados rodaram fluidamente e foi tudo muito lindo. Já o iPad, com a mesma alma de ambos, o ARM Cortex 9, mostra ser tão rápido quanto eles.

Comparativos com outros tablets

Assista esse vídeo comparando o iPad 2 com o Motorola Xoom 2. Atente para o reflexo de luz, que é menor no iPad. E assista também esse, feito pelo Gizmodo BR, entre o iPad 2 e o Xoom 1, que mostra bem a diferença na experiência de navegação web.

Som

Detalhes, é disso que estou falando! Fiquei surpreso ao rodar um vídeo e ouvir o som do iPad pela primeira vez! Ele é mono, sim. Por quê? Por que não faz sentido ser estéreo se os falantes forem ficar tão próximos um do outro, ainda por cima voltados para trás.

 

A qualidade sonora me impressionou. Os graves, ainda que modestos, são perceptíveis, e há equilíbrio de médios e agudos, ao contrário dos falantes do Kyros e do myPad, que se limitam a uma mistura de médios e só. E o iPad 2 também tem uma potência bem maior. Isso mostra preocupação real com qualidade sonora, o que é uma coisa que sempre renova minha fé na humanidade.

Câmera ruim?

O iPad 2 tem uma câmera frontal VGA e uma traseira de apenas 0,92 Megapixels. Parece piada algo tão mínimo ser apresentado num produto lançado nessa década, não? Mas são só números, e números necessariamente não indicam qualidade. Veja esse vídeo comparando uma filmagem feita com o iPad e com o Samsung Galaxy Tab 10.1. Assista esse vídeo surpreendente, na qualidade máxima, tendo em mente que são 0,92 contra 3,1 megapixels.

O resultado é que o iPad faz muito com pouco, enquanto o Galaxy faz pouco com muito. Levando-se em conta que a câmera é para uso principal em video conferências, o resultado é mais que suficiente. Obviamente estamos falando apenas de vídeo. Quando a questão é tirar uma fotografia, sem dúvidas o Galaxy vence.

Ecossistema e a vontade de comprar

O iTunes é o programa que gerencia não só o iPad como todo o conteúdo de mídia ligado a ele. É obrigatório passar a usá-lo quando você entra no mundo maravilho de Steve Jobs. Mas é um programa chato, muito burocrático e com recursos pouco intuitivos. Não sei, talvez eu esteja enganado, de repente é apenas estranhamento de quem não conhece direito o mundo Apple.

A loja da Apple tem mais ou menos o dobro de aplicativos do Android Market, e lá, assim como no Android, você encontra tudo que precisa, de forma básica, em aplicativos gratuitos. Eu senti a necessidade de comprar apenas alguns programas, entre eles o Pages, que é o editor de textos da Apple, e o Garageband. Esse último foi mais por curiosidade mesmo.

 

É interessante notar que todos os aplicativos que instalei, pagos ou gratuitos, parecem seguir regras rígidas para seu desenvolvimento. Além de bonitos, todos funcionam bem e são instalados com um só clique, no caso dos gratuitos. Na iTunes Store brasileira o conteúdo (filmes, músicas e livros) ainda é muito limitado.

Limitações

Sem porta USB, sem saída HDMI, sem possibilidade de expansão da memória interna. Para fazer o tradicional sem poder usar recursos tradicionais, você precisa usar caminhos diferentes e trabalhosos. Também vale morrer numa grana com um adaptador USB. Ou você pode tentar se adaptar as regras criadas pela Apple. Francamente, talvez não seja má ideia depositar alguma confiança num fabricante que claramente está um passo a frente dos concorrentes.

Qual o grande barato do iPad? O que ele tem que os outros (ainda) não têm?

Muitos dos reviews e análises sobre o iPad 1 e 2 que li diziam no final que poderia valer a pena aguardar mais um pouco, que um concorrente a altura estaria prestes a ser lançado, por um preço menor, maior liberdade etc… Quero que alguém me aponte nos comentários se isso já aconteceu, se já temos um ipad-killer de verdade.

Me convenci da superioridade do iOS. Por enquanto ele está imbatível frente a todas as versões do Android. Me arrisco a dizer isso mesmo não tendo ainda a oportunidade de conhecer o Ice Cream Sandwich.

Muitos criticam o sistema Android dizendo que ele ainda está na fase BETA se comparado ao iOS do iPad, é difícil não concordar com isso depois de conhecer os dois lados.

Qualidade, beleza, suavidade, experiência imersiva, funcionamento simples e eficiente. Esses são os diferenciais do iPad 2.

Outros reviews:

http://www.portaltech.blog.br/reviews/ipad-2/

http://www.blogdopaz.com.br/tecnologia/xoom-x-ipad-2-o-que-o-motorola-tem-de-melhor

http://macworldbrasil.uol.com.br/reviews/2011/03/11/mais-rapido-leve-e-fino-ipad-2-supera-modelo-original-e-rivais/

Videogame Dynacom Dynavision Cybergame – um review

Quando eu estava procurando um game para meu irmão, eu conheci esse pequeno console da Dynacom (que é uma divisão disfarçada da Cyberdyne). Considerei comprá-lo mas não o fiz porque eu queria algo portátil.

Mas, se você acompanha esse blog deve saber, estou metido num projeto de construção de uma máquina arcade e acabei comprando esse pequeno console visando usá-lo nessa máquina… Você precisa ler lá pra entender como, ok? Vamos ao review.

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A primeira coisa que você precisa saber é que a Dynacom evaporou no começo de 2011 e nada mais se sabe. Então vai ser um pouco difícil encontrar esse console, não sei se continua a ser fabricado… A marca Dynacom teve seu auge nos anos 80/90, quando fabricava clones do Atari e Nintendo usando o jeitinho brasileiro de viver. Isso se reflete até hoje, nesse que talvez tenha sido seu último lançamento.

Esse console é mais um… quer adivinhar? Surpresa, mais um emulador! O que o torna muito atrativo. A Dynacom não teve escrupulos em escrever na caixa “Jogue na TV milhares de games freeware da Internet”. Hello? Quer dizer que tá liberado usar ROMs de jogos que não tenho? A Dynacom disse que pode! CORRÃO!

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E o aparelhinho tem potencial, segundo dizem os aficcionados. Leia esse comentário extraído de um fórum de gamers:

Não é apenas um simulador de jogos de Mega, o Cybergame tem potencial para se tornar um verdadeiro Dingoo de mesa, podendo emular quase à perfeição jogos que vão dos 8 aos 32 bits, passando por Game Boy Color, NES, SNES, Mega e fechando com o GBA! Imagine ter a maioria dos jogos destes consoles à sua disposição em um aparelho que permite dois jogadores e é menor que o Zeebo! Isso sem falar nas funções multimídias! O Cybergame pode se tornar o verdadeiro Eldorado dos retrogamers!

Assim como o MD Play da TecToy, o Cybergame falha algumas vezes na emulação. Coisa pouca, mas é aquela: os mais exigentes se incomodam. Pra quem quer perfeição, ou fica com os consoles originais ou usa um emulador de verdade no PC, como o MAME.

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O console é bem pequeno e leve, como um roteador de rede. o plástico da caixa tem algumas rebarbas e aparência de baixa qualidade. Muita gente não gostou da combinação de cores. Particularmente, eu gosto do laranja. 😛

Na parte frontal estão as duas conexões de joystick padrão DB-9, slot de cartão SD, porta mini USB, sensor do controle remoto, botão de reset e botão de power. Na traseira, saídas de áudio estéreo e vídeo no padrão RCA, além da conexão de fonte. A fonte é bivolt automática, semelhante as de celulares.

Os joysticks seguem a linha de cores do console. São bem ruins, tive sorte de receber um par em que um deles precisa ter os botões esmagados para que os comandos funcionem. Alguns minutos jogando e já fiquei com os dedões doloridos.

A interface é simples e fácil de usar. Além de jogar, você pode usá-lo para tocar vídeos em formato AVI e RMVB, músicas, ler textos em TXT e ver imagens. É um pequeno media center.

O controle remoto toma o lugar dos joysticks quando o que se quer não é jogar, mas também torna fácil regular o volume quando se está no meio da jogatina.

Junto com o console vem um cartão SD de 4 GB e um adaptador USB. Cara, cabem muitas ROMs nesse cartão! Logicamente, só use ROMs cujos jogos originais você já tenha. 😉

Também é possível acessar o cartão e a memória interna do console através do cabo USB que o acompanha.

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O console Cybergame fez um parzinho com meu Box de TV da Leadership.

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O que é ruim nesse game?

  • O design do menu é muito feio e navegar nele é uma ação lenta, pouco além do tolerável, principalmente se a lista de jogos no cartão for muito grande.
  • Haverá futuro para o console? A marca sumiu, os sites oficiais simplesmente sairam do ar. Como ficará o suporte?
  • Os joysticks são claramente ruins. Uma parte delicada que define a experiência e que pode deixar o jogador com raiva do aparelho. E outra, apesar de usarem o padrão de conector DB9, eles são proprietários, ou seja, outros controles não servem. O que acontece quando meu joystick quebrar?

Se vale a pena? Depende. Penso que é um bom brinquedo para brincar com os filhos, não ocupa espaço na sala e o preço é convidativo.

Mais informações, truques e dicas:

Comprando coisas personalizadas pela Zazzle

Criei uma loja de souvenirs do blog supercaras na Zazzle já faz um ano e meio e ninguém nunca comprou porra nenhuma lá! Seus putos, que espécie de fãs são vocês?!

Bem, deixe-me recomeçar.

Mudando o tema do blog no fim do ano passado, mudou também o logotipo. Consequentemente será preciso atualizar a loja da Zazzle. Como retirar do ar os produtos com logo antigo sem nunca ter fabricado nenhum me pareceu muito deprimente, achei que seria válido quebrar dois coelhos (de louça porque sou vegano) com uma caixa d’água só: comprar alguma coisa pra ver a qualidade do serviço da Zazzle, escrever um post sobre isso e dar uma caneca de presente pro meu amigo Chico. Eu disse dois coelhos? Sou ruim de conta, na verdade são 4.

Eu poderia também fazer um sorteio entre os leitores, alguma promoção ou sei lá, mas acho que vocês não merecem, e o mais provável, não há quórum mínimo interessado. Pode ser um choque pra você, pequeno gafanhoto, mas esse magnífico blog cheio de textos maravilhosos tem sua principal fonte de visitantes nos paraquedistas do Google, pessoas que vem e vão como borboletas.

Você é um paraquedista? Sê-de bem vindo! O que você procura está logo abaixo, volte sempre.

Chega de blablabla e vamos ao ponto: encomendei duas canecas da Zazzle na esperança de que elas chegassem inteiras e minimamente parecidas com a da foto. Vieram de Los Angeles, bebê!

A caixa de papelão chegou com um amassado bem grande que me preocupou. Ace Ventura foi o entregador? Como eu disse, não sabia qual o perigo de transportar duas frágeis canecas de cerâmica. Felizmente elas vieram seguramente enroladas em pedaços enormes de plástico bolha. E por falar em enorme, veja o tamanho das bolhas. Cara, isso parece um traque quando estoura!

Essa caixa poderia ser jogada do avião diretamente sobre minha casa que certamente não aconteceria nada com as canecas. A entrega não veio pelos Correios, mas sim por uma transportadora.

Aliviei a tensão causada pela culpa de produzir mais plástico estourando as bolhas gigantes.

Junto com as canecas vieram nota fiscal e um cartão de desconto de 10%. Quanto custou? Aproveitando uma promoção de desconto de 25% de fim de ano, R$ 18,40 cada caneca e mais R$ 12,30 para o frete normal, sem rastreio. Total de R$ 49,10. O prazo de entrega é de 10 a 25 dias após a fabricação. Chegou em 25 dias após o pedido.

A qualidade da impressão me parece boa, entretanto, olhando de perto, o desenho apresenta bordas um tanto quanto indefinidas, parecendo um pouco “fora de foco”. Como o desenho dessas canecas se resume a letras, não dá pra dizer com certeza se isso comprometeria uma ilustração mais elaborada.

E é claro que essa qualidade está diretamente ligada a qualidade da imagem original. No caso, a imagem que usei estava em formato PNG, no tamanho de 2000 x 316 pixels, com 58,2KB. Provavelmente há um método de maximizar a qualidade usando uma estampa feita por um profissional, voltada para esse tipo de uso.

A usada nessas canecas fiz eu mesmo no Photoshop e consiste apenas em texto com três fontes diferentes e em duas cores. Comparando a imagem na tela e na caneca, percebo apenas esse lance da nitidez e uma pequena diferença na tonalidade do azul. Como eu disse, imagino que a qualidade final dependa diretamente de como é criada a estampa. Na dúvida, fale com o @DiVasca.

A qualidade da caneca em si é razoável, não é daquelas que você ganha na quermesse depois de bancar o idiota tentando pescar um peixe de isopor, mas também não é nenhuma porcelana fina. Por dentro parece que economizaram no verniz. Suponho que com o tempo e após muitas doses de café, a louça fique manchada. Na foto abaixo é possível ver que a caneca é feita com couro de orca chinesa.

Na época em que montei essa lojinha, a Zazzle foi a melhor fabricante de brindes por demanda que encontrei depois de pesquisar um bocado. Interface em português, preço não tão absurdo, entregas no Brasil. Talvez atualmente existam outras melhores, talvez brasileiras. Sei que há muitas, mas com essa variedade de produtos, penso que não. Pra você ter uma ideia, eles personalizam até pranchas de skate. Radical!

Mesmo que você não queira, a Zazzle te obriga a receber 10% do valor de venda de cada produto como royaltie. Não sei se é o tipo de serviço mais adequado para obter lucros pois imagino que seja mais indicado para divulgações etc, mas sei lá, de repente pode ser uma boa fonte de renda para ilustradores.

Bom, então é isso, acho que recomendo a Zazzle, sim. Agora faça o favor de ir até a nossa lojinha de quinquilharias e compre pelo menos um mousepad. 😛

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Leadership TV Box 2.0 – um review

Em tempos de TV digital, coisa ainda desconhecida aqui na roça, falar de captura de TV analógica soa meio brega. Ao contrário do que pode parecer, há utilidade pra isso. Lembre-se da infinidade de coisas que usam as entradas RCA e RF dos televisores e transponha isso para o computador.

Consoles de videogame clássicos, video cassetes, câmeras e outras tralhas dependem desse tipo de conversor para serem ainda utilizados, ou seja, com uma placa de captura você pode dar sobrevida a esse tipo de equipamento.

O box de captura de TV e vídeo Leadership TV Box 2.0 é uma solução simples e barata para fazer isso. Se você não tem desktop, assim como eu, e usa apenas notebooks, é uma mão na roda, principalmente se você não é lá de assistir muita TV e quer economizar espaço no quarto, como também é meu caso.

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Existem N modelos de box de captura de TV e vídeo e esse da Leadership é um dos mais simples. Uma caixa pequena e discreta, com o sensor de controle remoto na frente e todas as conexões na parte de trás.

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O box não possui nenhum tipo de alimentação além da fornecida pelo cabo USB. Um alívio para tomadas sobrecarregadas. O cabo, curto demais por sinal, liga o aparelho ao seu computador. A instalação dos drives e do programa de recepção é fácil. O programa que acompanha o box (TVHome Media2 Player) não é muito completo mas cumpre o necessário. Outros programas mais sofisticados podem ser usados, como por exemplo o WinDVD, mas perde-se a funcionalidade do controle remoto.

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Eu testei a entrada de áudio e vídeo com um console Mega Drive que apresentou problemas nas cores, mesmo depois de eu fuçar bastante na configuração do programa de sintonia. Há grandes chances do meu console estar com problemas, então desconsidere isso. Usei um Atari e um Super Nintendo pra testar a entrada RF e funcionaram 100%.

A sensibilidade na sintonia de canais é boa. Aqui na roça (interior paulista), desde que o mundo é mundo, chegam apenas 12 canais em UHF. Todos aparecem com imagem entre 80% e 100%. Aqui, os que tem melhor imagem são: Globo, Record, Band e Rede TV!, nessa ordem. Os outros sofrem de chuviscos dependendo do horário do dia. Claro que isso varia de antena pra antena. A minha é assim. :p

A única falha séria é que a caixa é muito sensível a interferências, por isso a necessidade de manter alguma distância dos fios de energia e do monitor. Tirei algumas fotos com a janela no tamanho mínimo.

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Pelo preço baixo e a praticidade, a caixa vale a pena. Porém se o uso for para atividades mais exigentes ou profissional, talvez as especificações não sejam suficientes. Veja aqui o manual em pdf para obter informações técnicas.

Vídeo game portátil MD Play – um review

Há setecentos anos, no planeta Aries, um garoto conhecido como Alex Kidd vivia no Monte Eterno. Ali ele treinava o Shellcore, técnica que permitia alterar e endurecer as mãos a ponto de conseguir quebrar pedras com elas.

Meu interesse por videogames já foi maior, mas me recordo com carinho de Alex Kidd in Miracle World, um dos pouquíssimos que joguei até gastar os dedos e o cérebro.

Recentemente dei pro meu irmão um videogame portátil da TecToy que vem com 20 clássicos da plataforma Genesis/Sega, do Mega Drive. Um brinquedo que me surpreendeu bastante.

Esse gadget é mais um exemplo de produto OEM, pois é vendido no mundo todo sob vários nomes. Funciona como um console Mega Drive de 16bits tradicional. Bem, segundo os aficcionados, não chega perto do original, mas pra muitos, onde me incluo, tem lá suas vantagens e encanto. Vamos ao review!

O MD Play é na verdade um emulador portátil, semelhante ao Dingoo. A TecToy lançou, além do game, dois cartões SD com (poucos e horríveis) jogos adicionais. Isso mesmo, cartões SD, o gadget tem um slot.

Não demorou muito para que alguém descobrisse que bastava copiar o arquivo .bin da ROM de um jogo dentro de uma pasta chamada GAME no cartão para que o emulador o rodasse. Bingo!

A partir daí o gadget teve o custo/benefício repensado e desapareceu magicamente das gôndolas. Por que será? 🙂 Isso foi em 2009.

Imagine isso: existem arquivos torrent disponíveis com 2GB de ROMs da Sega/Genesis. O céu é o limite. É bom lembrar que, para não sofrer penalidades legais, você precisa ter os cartuchos originais se pretende usar esse recurso.

Hoje, passada a correria do estouro da boiada, é possível encontrar o MD Play sendo vendido online em algumas poucas lojas. Tenha apenas o cuidado de não confundi-lo com o Mega Drive Portátil, que é um modelo com caixa parecida, com apenas 3 botões, sem slot de cartão SD e que usa pilhas.

Na página do produto, no site da TecToy, existe uma lista de lojas que vendem o brinquedo. Quando consultei, apenas as lojas Casa & Vídeo e Girafa o tinham em estoque, mas procurando você o encontra em outras lojas online.

O QUE VEM?

Na caixa de papelão reforçado, muito bem caprichada e feita para ser usada como berço do brinquedo, acompanham o manual simples, o cabo USB e a fonte e o cabo para conexão com TV. Tudo com aparência de boa qualidade. Ponto negativo para ausência de fones de ouvido e o grave erro, tanto no manual como no fundo da caixa, que mostram a colocação do cartão SD de maneira totalmente errada. Tive que observar bem a fenda para adivinhar a posição correta de inseri-lo.

     

Os 20 jogos que vêm na memória são esses:

  • Alex Kidd in the Enchanted Castle™
  • Alien Storm™
  • Altered Beast™
  • Arrow Flash™
  • Columns III™
  • Crack Down™
  • Decap Attack™
  • Dr. Robotnik’s Mean Bean Machine™
  • Ecco™
  • Ecco Jr ™
  • ESWAT: City Under Seige™
  • Flicky™
  • Gain Ground™
  • Golden Axe™
  • Jewel Master™
  • Kid Chameleon™
  • Shadow Dancer: The Secret of Shinobi™
  • Shinobi III: Return of the Ninja Master™
  • Sonic & Knuckles™
  • Sonic Spinball™

CONTROLE NAS MÃOS

O portátil tem um design bonito e é bem leve. Nas fotos a aparência é de emborrachado, mas ele não é. Os botões não tem grande firmeza, parecem um pouco frouxos, mas nada que prejudique a jogatina, porque a resposta é precisa como no controle original. Eu sei disso porque tenho um console de verdade e vários cartuchos aqui do meu lado 😉

Todos os botões padrão estão presentes na parte frontal, incluindo os 3 botões extras que nunca vi jogo algum usar.

   

Na parte inferior estão a saída de fones de ouvido e o botão liga/desliga. Na parte superior, a luz indicativa de ligado, a entrada mini USB para fonte, o slot de cartão SD e o controle de volume. Na parte frontal temos os botões direcionais, botões A, B, C, X, Y, Z, Menu, Start/Pause e uma interessante luz vermelha que acende quando a bateria está fraca. A autonomia da bateria interna é de 5 horas de uso contínuo, segundo o fabricante, mas é ampliada ao se usar a conexão de TV. O tempo de recarga também é de cinco horas.

JOGANDO

A qualidade da imagem na pequena tela de 2.8” é boa e suficiente para manter você concentrado durante o tempo necessário para lhe dar algumas dores no pescoço.

Por causa do tamanho reduzido e da localização dos botões direcionais e de ação, ele exige que você o segure na ponta dos dedos, diminuindo a firmeza principalmente se você for do tipo que pula junto com o bonequinho 😀

A usabilidade em si é muito boa. Não há como compará-lo com emuladores de PC. Basta ligar, escolher o jogo e jogar. Simples e rápido como deve ser. Isso faz toda a diferença, e conquista qualquer um, mesmo que não seja fã de jogos antigos.

A exceção quanto a fluidez apenas surge ao acessar as listas de jogos no cartão, principalmente se forem muitos. Nesse caso, uma pequena espera é inevitável no momento de carregar o título, mas nada suficiente para causar irritação.

NA TV

É muito legal ligar o pequeno portátil na TV. As fotos abaixo não ficaram boas e não deixam claro, mas realmente a qualidade da imagem é melhor do que eu esperava. Tanto na tela do aparelho quanto na tela da TV.

É aqui que muitos aficcionados dizem que a diferença fica clara. Francamente não vi nenhuma perda significativa. Porém é fato que o brinquedo tem uma diferença substancial documentada, que é a qualidade sonora sofrível. Aparentemente, os sons são gerados uma oitava abaixo. Se você não é do tipo exigente quanto a características originais dos jogos, isso não fará nenhuma diferença. Talvez você sequer perceba.

 

O MD Play é uma boa escolha de presente para crianças ou mesmo adultos saudosistas dos games da era 16 bits. É o tipo de presente que você pode dar aos seus filhos sabendo que também vai se divertir muito.

MAIS INFORMAÇÕES

Assista esse vídeo. É um comparativo entre um MD Play (chamado aqui de Gopher) e o Retrogen, um console portátil de verdade.

E aqui um vídeo-review muito completo que vale a pena ser assistido inteiro, você verá a saída de TV em ação.

Mais informações aqui e aqui.