Teclado Apple Wireless – um review

Ainda não consegui me acostumar a digitar em telas de tablets. Há algum tempo venho tentando encontrar uma solução em forma de teclado. Como existem infinitos modelos, dos mais variados preços, tipos e tamanhos, fiquei indeciso e somente agora que comprei um iPad me decidi por um. Pois é, um teclado da Apple. :p

Bom, eu já sabia mais ou menos o que eu queria: um teclado sem fio, pequeno e que pudesse ser usado em qualquer dispositivo com bluetooth, mas que fosse confortável e eficiente em primeiro lugar.

E me preocupava muito a durabilidade da bateria. Trauma, porque tive um mouse sem fio que, para ser mantido sempre em uso, exigia um carregador 24h na tomada, com um par de pilhas palito de reserva. Eu precisava gerenciar todo um esquema de logística para não ficar sem mouse no meio da tarde, era um saco.

Um teclado caro

A qualidade dos produtos da Apple é algo que eu conhecia apenas de longe, naquilo que eu lia e via através de análises e reviews, mas mesmo assim fiquei impressionado ao ver isso pessoalmente quando comprei meu iPad. Por isso, pensei que seria interessante ver o que a Apple oferece em termos de teclado sem fio, já imaginando, claro, que seria uma deliciosa facada no olho.

Antes, vejamos. Um teclado genérico, desses que vem de brinde em caixa de cereais, custa em torno de R$ 15,00. Um teclado dos bons, daqueles sem fio e que vem com mouse, em torno de R$ 125,00.

Quanto você pagaria por um teclado bonito, feito em alumínio, com bom desempenho e durabilidade de um mês de bateria? Duzentos e pouco rola?

Um mundo sem tantos fios

Quando comecei a ponderar a compra do Apple Wireless Keyboard me veio a cabeça um antigo sonho: eliminar os fios que cobrem minha pequena escrivaninha. Tive a ideia de usá-lo não só com o iPad quando estiver no trabalho, mas também substituindo o teclado do notebook. Com esse teclado e usando unicamente o monitor extra, poderia deixar o notebook fechado, discretamente no canto. Agora que estou confiante de que o iPad vai suprir minha necessidade móvel com maestria, o notebook não vai precisar passear por aí.

Por enquanto estamos em testes. Vai depender muito da durabilidade das pilhas do teclado. Ele usa um par AA e já vem com duas, alcalinas. É conhecimento comum, pelo que andei lendo por aí, que ele as consome em um mês de uso normal. Se for mais ou menos isso, vai dar certo.

Aparência e solidez

Ele é lindo. Frio e sem alma, asséptico como um instrumento cirúrgico, neutro como a Suíça. É pequeno mesmo, apenas 282mm x 132mm. Seu charme funciona como um campo de força que torna impensável descarregar nele a fúria que a falta de ideias para escrever pode causar.

  

O desenho é extremamente minimalista, como você pode ver pelas fotos. Caixa em alumínio escovado. Teclas quadradas e com textura áspera. Não muito leve e bem sólido, apesar da aparência delicada.

Eficiência no uso

Fingi ser um escritor tendo um ataque de criatividade, escrevendo com vigor. Ficou firme na mesa graças as borrachas na parte de baixo. Ele não é barulhento como a maioria dos teclados. Dependendo do tipo de uso, a ausência do teclado numérico pode ser um problema.

O brasileiro é uma gambiarra

Na verdade esse é um teclado para Macs cheirosos, não para computadores populares rodando Windows Perna de Pau. Ele tem algumas teclas de nomes diferentes e funções próprias dos sistemas operacionais da Apple e que não funcionam no Windows.

 

Para começar, não é nem abrasileirado, ou seja, não tem uma tecla ç e os comandos de acentuação padrão ABNT II. Pra quem nunca teve aqueles primeiros teclados, onde o caminho para acentuação era outro, pode ser um incomodo enorme. Quem já tem alguns anos de janela com teclados de todo tipo, tira de letra (olha! um trocadilho!). Se você faz questão de ter um teclado brasileiro, esse não é feito para você. Aliás, a Apple nem fabrica esse teclado nessa versão. Mais uma prova de que o brasileiro foi um acidente histórico.

Então, ao ser instalado pela primeira vez, o que é bem simples, é preciso configurá-lo para inglês internacional. Se você quiser usar as teclas com comandos especiais do Mac, pode conseguir isso usando esse programinha aqui. Foi um achado, sem ele as coisas ficariam difíceis. Me incomodou a ausência da tecla delete (aquela que apaga do cursor pra direita, dã!). Usando esse programa, que deve rodar no start do Windows, o comando fn + backspace resolve.

Concluindo

Um excelente teclado, mas com limitações que dificultam o uso com Windows. Portátil, charmoso e caro. Entretanto, se for verdadeiramente econômico com as pilhas, penso que vale o preço.

[ATUALIZAÇÃO – As pilhas duraram NOVE MESES!]

Blogando com o iPad

Estou testando o iPad como instrumento principal para blogar.

Escrevi esse post usando o Blogsy. Aqui temos uma foto tirada com celular e enviada para o Dropbox. Em seguida, baixada para o iPad, editada com o Photoshop Express e enviada para o servidor do blog usando o FTP On The Go. Por que não enviei a foto do celular para o iPad por bluetooth? Não sei se o iPad aceitaria… Talvez sim, já que fiz o jailbreak… Enfim, Agora já foi… :/

Foto teste

A parte trabalhosa foi enviar a foto para o servidor do site. Sou fresco e gosto que todas as imagens que uso estejam na pasta wp-content/uploads na respectiva pasta do ano e mês. O Blogsy até enviaria fotos diretamente para lá, mas pra isso as pastas precisariam estar com permissão 777, o que torna o servidor vulnerável. Inclusive o Windows Live Writer também não consegue fazer upload de fotos sem essa permissão. Então, de qualquer forma, sempre faço no manual.

Mas é muito mais fácil usar a inserção automática que o Blogsy oferece de fotos que estejam nos serviços Flickr e Picasa, ou mesmo enviar uma foto para um desse serviços ao mesmo tempo em que elas são inseridas no post.

Também é possível inserir fotos encontradas no Google Imagens.

E por último um vídeo gravado com o iPad e enviado direto para o Youtube. Lá no quintal 😀 

Videogame Dynacom Dynavision Cybergame – um review

Quando eu estava procurando um game para meu irmão, eu conheci esse pequeno console da Dynacom (que é uma divisão disfarçada da Cyberdyne). Considerei comprá-lo mas não o fiz porque eu queria algo portátil.

Mas, se você acompanha esse blog deve saber, estou metido num projeto de construção de uma máquina arcade e acabei comprando esse pequeno console visando usá-lo nessa máquina… Você precisa ler lá pra entender como, ok? Vamos ao review.

cybergame unboxing

A primeira coisa que você precisa saber é que a Dynacom evaporou no começo de 2011 e nada mais se sabe. Então vai ser um pouco difícil encontrar esse console, não sei se continua a ser fabricado… A marca Dynacom teve seu auge nos anos 80/90, quando fabricava clones do Atari e Nintendo usando o jeitinho brasileiro de viver. Isso se reflete até hoje, nesse que talvez tenha sido seu último lançamento.

Esse console é mais um… quer adivinhar? Surpresa, mais um emulador! O que o torna muito atrativo. A Dynacom não teve escrupulos em escrever na caixa “Jogue na TV milhares de games freeware da Internet”. Hello? Quer dizer que tá liberado usar ROMs de jogos que não tenho? A Dynacom disse que pode! CORRÃO!

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E o aparelhinho tem potencial, segundo dizem os aficcionados. Leia esse comentário extraído de um fórum de gamers:

Não é apenas um simulador de jogos de Mega, o Cybergame tem potencial para se tornar um verdadeiro Dingoo de mesa, podendo emular quase à perfeição jogos que vão dos 8 aos 32 bits, passando por Game Boy Color, NES, SNES, Mega e fechando com o GBA! Imagine ter a maioria dos jogos destes consoles à sua disposição em um aparelho que permite dois jogadores e é menor que o Zeebo! Isso sem falar nas funções multimídias! O Cybergame pode se tornar o verdadeiro Eldorado dos retrogamers!

Assim como o MD Play da TecToy, o Cybergame falha algumas vezes na emulação. Coisa pouca, mas é aquela: os mais exigentes se incomodam. Pra quem quer perfeição, ou fica com os consoles originais ou usa um emulador de verdade no PC, como o MAME.

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O console é bem pequeno e leve, como um roteador de rede. o plástico da caixa tem algumas rebarbas e aparência de baixa qualidade. Muita gente não gostou da combinação de cores. Particularmente, eu gosto do laranja. 😛

Na parte frontal estão as duas conexões de joystick padrão DB-9, slot de cartão SD, porta mini USB, sensor do controle remoto, botão de reset e botão de power. Na traseira, saídas de áudio estéreo e vídeo no padrão RCA, além da conexão de fonte. A fonte é bivolt automática, semelhante as de celulares.

Os joysticks seguem a linha de cores do console. São bem ruins, tive sorte de receber um par em que um deles precisa ter os botões esmagados para que os comandos funcionem. Alguns minutos jogando e já fiquei com os dedões doloridos.

A interface é simples e fácil de usar. Além de jogar, você pode usá-lo para tocar vídeos em formato AVI e RMVB, músicas, ler textos em TXT e ver imagens. É um pequeno media center.

O controle remoto toma o lugar dos joysticks quando o que se quer não é jogar, mas também torna fácil regular o volume quando se está no meio da jogatina.

Junto com o console vem um cartão SD de 4 GB e um adaptador USB. Cara, cabem muitas ROMs nesse cartão! Logicamente, só use ROMs cujos jogos originais você já tenha. 😉

Também é possível acessar o cartão e a memória interna do console através do cabo USB que o acompanha.

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O console Cybergame fez um parzinho com meu Box de TV da Leadership.

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O que é ruim nesse game?

  • O design do menu é muito feio e navegar nele é uma ação lenta, pouco além do tolerável, principalmente se a lista de jogos no cartão for muito grande.
  • Haverá futuro para o console? A marca sumiu, os sites oficiais simplesmente sairam do ar. Como ficará o suporte?
  • Os joysticks são claramente ruins. Uma parte delicada que define a experiência e que pode deixar o jogador com raiva do aparelho. E outra, apesar de usarem o padrão de conector DB9, eles são proprietários, ou seja, outros controles não servem. O que acontece quando meu joystick quebrar?

Se vale a pena? Depende. Penso que é um bom brinquedo para brincar com os filhos, não ocupa espaço na sala e o preço é convidativo.

Mais informações, truques e dicas:

Leadership TV Box 2.0 – um review

Em tempos de TV digital, coisa ainda desconhecida aqui na roça, falar de captura de TV analógica soa meio brega. Ao contrário do que pode parecer, há utilidade pra isso. Lembre-se da infinidade de coisas que usam as entradas RCA e RF dos televisores e transponha isso para o computador.

Consoles de videogame clássicos, video cassetes, câmeras e outras tralhas dependem desse tipo de conversor para serem ainda utilizados, ou seja, com uma placa de captura você pode dar sobrevida a esse tipo de equipamento.

O box de captura de TV e vídeo Leadership TV Box 2.0 é uma solução simples e barata para fazer isso. Se você não tem desktop, assim como eu, e usa apenas notebooks, é uma mão na roda, principalmente se você não é lá de assistir muita TV e quer economizar espaço no quarto, como também é meu caso.

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Existem N modelos de box de captura de TV e vídeo e esse da Leadership é um dos mais simples. Uma caixa pequena e discreta, com o sensor de controle remoto na frente e todas as conexões na parte de trás.

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O box não possui nenhum tipo de alimentação além da fornecida pelo cabo USB. Um alívio para tomadas sobrecarregadas. O cabo, curto demais por sinal, liga o aparelho ao seu computador. A instalação dos drives e do programa de recepção é fácil. O programa que acompanha o box (TVHome Media2 Player) não é muito completo mas cumpre o necessário. Outros programas mais sofisticados podem ser usados, como por exemplo o WinDVD, mas perde-se a funcionalidade do controle remoto.

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Eu testei a entrada de áudio e vídeo com um console Mega Drive que apresentou problemas nas cores, mesmo depois de eu fuçar bastante na configuração do programa de sintonia. Há grandes chances do meu console estar com problemas, então desconsidere isso. Usei um Atari e um Super Nintendo pra testar a entrada RF e funcionaram 100%.

A sensibilidade na sintonia de canais é boa. Aqui na roça (interior paulista), desde que o mundo é mundo, chegam apenas 12 canais em UHF. Todos aparecem com imagem entre 80% e 100%. Aqui, os que tem melhor imagem são: Globo, Record, Band e Rede TV!, nessa ordem. Os outros sofrem de chuviscos dependendo do horário do dia. Claro que isso varia de antena pra antena. A minha é assim. :p

A única falha séria é que a caixa é muito sensível a interferências, por isso a necessidade de manter alguma distância dos fios de energia e do monitor. Tirei algumas fotos com a janela no tamanho mínimo.

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Pelo preço baixo e a praticidade, a caixa vale a pena. Porém se o uso for para atividades mais exigentes ou profissional, talvez as especificações não sejam suficientes. Veja aqui o manual em pdf para obter informações técnicas.

Vídeo game portátil MD Play – um review

Há setecentos anos, no planeta Aries, um garoto conhecido como Alex Kidd vivia no Monte Eterno. Ali ele treinava o Shellcore, técnica que permitia alterar e endurecer as mãos a ponto de conseguir quebrar pedras com elas.

Meu interesse por videogames já foi maior, mas me recordo com carinho de Alex Kidd in Miracle World, um dos pouquíssimos que joguei até gastar os dedos e o cérebro.

Recentemente dei pro meu irmão um videogame portátil da TecToy que vem com 20 clássicos da plataforma Genesis/Sega, do Mega Drive. Um brinquedo que me surpreendeu bastante.

Esse gadget é mais um exemplo de produto OEM, pois é vendido no mundo todo sob vários nomes. Funciona como um console Mega Drive de 16bits tradicional. Bem, segundo os aficcionados, não chega perto do original, mas pra muitos, onde me incluo, tem lá suas vantagens e encanto. Vamos ao review!

O MD Play é na verdade um emulador portátil, semelhante ao Dingoo. A TecToy lançou, além do game, dois cartões SD com (poucos e horríveis) jogos adicionais. Isso mesmo, cartões SD, o gadget tem um slot.

Não demorou muito para que alguém descobrisse que bastava copiar o arquivo .bin da ROM de um jogo dentro de uma pasta chamada GAME no cartão para que o emulador o rodasse. Bingo!

A partir daí o gadget teve o custo/benefício repensado e desapareceu magicamente das gôndolas. Por que será? 🙂 Isso foi em 2009.

Imagine isso: existem arquivos torrent disponíveis com 2GB de ROMs da Sega/Genesis. O céu é o limite. É bom lembrar que, para não sofrer penalidades legais, você precisa ter os cartuchos originais se pretende usar esse recurso.

Hoje, passada a correria do estouro da boiada, é possível encontrar o MD Play sendo vendido online em algumas poucas lojas. Tenha apenas o cuidado de não confundi-lo com o Mega Drive Portátil, que é um modelo com caixa parecida, com apenas 3 botões, sem slot de cartão SD e que usa pilhas.

Na página do produto, no site da TecToy, existe uma lista de lojas que vendem o brinquedo. Quando consultei, apenas as lojas Casa & Vídeo e Girafa o tinham em estoque, mas procurando você o encontra em outras lojas online.

O QUE VEM?

Na caixa de papelão reforçado, muito bem caprichada e feita para ser usada como berço do brinquedo, acompanham o manual simples, o cabo USB e a fonte e o cabo para conexão com TV. Tudo com aparência de boa qualidade. Ponto negativo para ausência de fones de ouvido e o grave erro, tanto no manual como no fundo da caixa, que mostram a colocação do cartão SD de maneira totalmente errada. Tive que observar bem a fenda para adivinhar a posição correta de inseri-lo.

     

Os 20 jogos que vêm na memória são esses:

  • Alex Kidd in the Enchanted Castle™
  • Alien Storm™
  • Altered Beast™
  • Arrow Flash™
  • Columns III™
  • Crack Down™
  • Decap Attack™
  • Dr. Robotnik’s Mean Bean Machine™
  • Ecco™
  • Ecco Jr ™
  • ESWAT: City Under Seige™
  • Flicky™
  • Gain Ground™
  • Golden Axe™
  • Jewel Master™
  • Kid Chameleon™
  • Shadow Dancer: The Secret of Shinobi™
  • Shinobi III: Return of the Ninja Master™
  • Sonic & Knuckles™
  • Sonic Spinball™

CONTROLE NAS MÃOS

O portátil tem um design bonito e é bem leve. Nas fotos a aparência é de emborrachado, mas ele não é. Os botões não tem grande firmeza, parecem um pouco frouxos, mas nada que prejudique a jogatina, porque a resposta é precisa como no controle original. Eu sei disso porque tenho um console de verdade e vários cartuchos aqui do meu lado 😉

Todos os botões padrão estão presentes na parte frontal, incluindo os 3 botões extras que nunca vi jogo algum usar.

   

Na parte inferior estão a saída de fones de ouvido e o botão liga/desliga. Na parte superior, a luz indicativa de ligado, a entrada mini USB para fonte, o slot de cartão SD e o controle de volume. Na parte frontal temos os botões direcionais, botões A, B, C, X, Y, Z, Menu, Start/Pause e uma interessante luz vermelha que acende quando a bateria está fraca. A autonomia da bateria interna é de 5 horas de uso contínuo, segundo o fabricante, mas é ampliada ao se usar a conexão de TV. O tempo de recarga também é de cinco horas.

JOGANDO

A qualidade da imagem na pequena tela de 2.8” é boa e suficiente para manter você concentrado durante o tempo necessário para lhe dar algumas dores no pescoço.

Por causa do tamanho reduzido e da localização dos botões direcionais e de ação, ele exige que você o segure na ponta dos dedos, diminuindo a firmeza principalmente se você for do tipo que pula junto com o bonequinho 😀

A usabilidade em si é muito boa. Não há como compará-lo com emuladores de PC. Basta ligar, escolher o jogo e jogar. Simples e rápido como deve ser. Isso faz toda a diferença, e conquista qualquer um, mesmo que não seja fã de jogos antigos.

A exceção quanto a fluidez apenas surge ao acessar as listas de jogos no cartão, principalmente se forem muitos. Nesse caso, uma pequena espera é inevitável no momento de carregar o título, mas nada suficiente para causar irritação.

NA TV

É muito legal ligar o pequeno portátil na TV. As fotos abaixo não ficaram boas e não deixam claro, mas realmente a qualidade da imagem é melhor do que eu esperava. Tanto na tela do aparelho quanto na tela da TV.

É aqui que muitos aficcionados dizem que a diferença fica clara. Francamente não vi nenhuma perda significativa. Porém é fato que o brinquedo tem uma diferença substancial documentada, que é a qualidade sonora sofrível. Aparentemente, os sons são gerados uma oitava abaixo. Se você não é do tipo exigente quanto a características originais dos jogos, isso não fará nenhuma diferença. Talvez você sequer perceba.

 

O MD Play é uma boa escolha de presente para crianças ou mesmo adultos saudosistas dos games da era 16 bits. É o tipo de presente que você pode dar aos seus filhos sabendo que também vai se divertir muito.

MAIS INFORMAÇÕES

Assista esse vídeo. É um comparativo entre um MD Play (chamado aqui de Gopher) e o Retrogen, um console portátil de verdade.

E aqui um vídeo-review muito completo que vale a pena ser assistido inteiro, você verá a saída de TV em ação.

Mais informações aqui e aqui.