Sobre as eleições

Viver numa cidade pequena é uma coisa muita engraçada.

Quase sempre.

Desde a primeira vez em que votei, sempre foi na mesma escola e na mesma sala de aula. A escola em que fiz a primeira série.

Uma escola em que certa vez me mijei todo porque a lazarenta da  professora me fez esperar quando pedi pra ir ao banheiro. Já imaginou uma criança de 7 anos esperando a vontade de um adulto pra poder ir ao banheiro? Que fdp essa professora, hein?

Olha, é uma sorte eu não ser um cara cheio de traumas por causa disso. :p

O caso é que nessas eleições a minha sala foi trocada por outra. Me senti um pouco idiota e perdido tentando erguer novamente o meu mundo. Mas depois deu tudo certo: a nova sala em que voto é a sala onde fiz estágio e pratiquei docência na época em que eu acreditava que me tornaria professor.

Traumas, traumas…

Essa é a palavra mágica de hoje. Eu não me tornei professor porque o contato com os alunos me causava um certo pânico, fiquei traumatizado.

Mas agora está tudo bem. It’s gonna be alright…

Tantas mudanças… Mudança de sala de votação, mudança de partido. Foi a primeira vez em que não votei no número 13, mas mudei pra um número parecido: 43. Na verdade, visto de longe parecem iguais e, no final, é tudo a mesma coisa mesmo.

Ilusão pensar que escolhemos alguma coisa nessa vida. Mas, ok, tudo vai ficar bem…

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