O cabelo de Paulo

Cabelo é uma coisa importante, sem cabelo não há rock’n’roll.

Sou um roqueiro calvo.

Deve ser por isso que estou aqui, escrevendo bobagens que quase ninguém lê ao invés de estar voando pelo mundo com uma megaturnê de puro rock tupiniquim, balançando a cabeleira para os meus fãs alucinados. Só pode ser por isso.

Ou então, a vida é injusta e Deus realmente tem o misterioso costume de dar asas à quem não sabe voar e, nesse caso, sou como uma águia míope.

Mas é porém e todavia que esse é um dito popular incorreto, qualquer um que ganhe asas vai inevitavelmente aprender a usá-las, ora bolas! E é se agitando que o vôo começa. E tem mais: ninguém nasce com um plano de vôo no bolso.

Mas então isso quer dizer que… do que eu estava falando mesmo? Ah, sim, perucas.

Não preciso usar peruca, tenho algum cabelo e posso afirmar sem sombra de dúvida que não sou careca. E mesmo que tivesse nenhum fio na cabeça, nunca usaria. Roqueiros não usam peruca. Isso é um fato.

E ser careca também não é uma coisa ruim, não me entenda mal, existem muitos roqueiros carecas. Se há famosos, não sei, não vem nenhum a memória neste momento… De qualquer forma, sem ter pelo menos os pára-lamas, não se faz rock.

Paul McCartney é um cara que sabe disso e, por mais velho que fique, ainda balança o cabelo como só um beatle sabe fazer. Veja aí em baixo dois clipes da música Band on the run em diferentes épocas que mostram como tudo isso que eu disse funciona.

Esse é mais um texto sem sentido ou direção, com a qualidade que você já conhece, by Roberto.

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